Amor · Auto Conhecimento · Relacionamentos

A verdadeira compaixão.

Acreditamos que compaixão é se colocar no lugar do outro. Mas isso não é realmente possível. Se eu me colocar no lugar do outro, estarei excluindo tudo o que o outro viveu para chegar até aquele momento, e adicionando tudo o que eu vivi para estar naquele momento. Isto é bem injusto.

A verdadeira compaixão é perceber que o outro deu o seu melhor com base em tudo o que ele viveu para chegar até ali. Se você poderia ter feito melhor, ou se você não saberia o que fazer naquela situação, isto é particular de cada um. E todos, sempre, dão o seu melhor com base no que tem para oferecer.

Por isto todo julgamento e crítica é inválido e diz somente a respeito de quem o faz. “Se fosse eu no seu lugar…”, e você invalidou toda a história que aquela pessoa viveu.

Ao exercer a compaixão, veja no outro o destino, a vida, toda a jornada que ele viveu e você desconhece, todo o peso que os ancestrais exercem sobre aquela pessoa. Reconheça que naquele momento, com aquelas circunstâncias, ele deu o seu melhor. E se você poderia ter feito melhor ou não, isso diz respeito somente a você.

Com este olhar, julgamentos e críticas não tem espaço, não há certos e errados, vítimas e algozes. Todos deram o seu melhor. E você pode verdadeiramente ter compaixão do próximo.

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🍃 Angélica L. Azambuja 🌺
Entre tantas coisas; Taróloga. Previsão e Orientação com enfoque no Autoconhecimento.

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Amor · Auto Conhecimento · Relacionamentos

Relacionamentos. Hoje eu me permito.

Antigamente eu era muito insegura nas relações, meu maior medo era a outra pessoa não estar tão disponível quanto eu estava e principalmente, me trair. E nesse caso, traição seria desvalorizar toda a confiança que depositei nela… O que também é chamado de falsidade.

Obviamente que neste estado não era possível me relacionar verdadeiramente.

Hoje minha visão é diferente. Entendo que todos dão o seu melhor, sempre. E mesmo quando alguém faz algo que me fere, esta pessoa está dando o seu melhor. Além disso, o que o outro faz diz respeito a ele mesmo, e não sobre mim. Portanto, se eu me abrir para uma pessoa e ela usar isto negativamente de alguma forma, este foi o melhor que ela pôde dar naquele momento, e diz somente respeito a própria pessoa. Aí entra também a questão da compaixão.

Obviamente não prosseguirei a relação da mesma forma.

O essencial, que me libertou e fez eu me permitir relacionar verdadeiramente, foi entender que nada é pessoal. Mesmo quando a pessoa deseja “se vingar de mim”, esse desejo de vingança existe primordialmente para buscar o equilíbrio da própria pessoa. Nada, nunca, é realmente pessoal sobre a minha pessoa. Eu não fico mais ofendida e não levo para o lado pessoal, por mais que o outro ache que é algo exclusivamente pessoal comigo. A única coisa realmente pessoal que temos, é com nós mesmos.

Por isso hoje eu me permito verdadeiramente relacionar com as pessoas. Me permito dar o meu melhor abraço, mesmo correndo o risco de receber um não ou um abraço seco. E continuo, sempre, lembrando que todos dão o seu melhor e nada é “pessoal”. Se o outro não quis me abraçar, são questões dele que eu nunca conseguirei entender, apenas preciso acolher e respeitar. Mas eu não preciso aprisionar quem eu realmente sou, pelo medo de ser rejeitada. Pois não rejeitam a mim. Rejeitam a si mesmos. Quando alguém me nega um abraço, essa pessoa nega a si mesma a se permitir abraçar.

Reflita sobre isso e quem sabe, se permita ser quem você realmente É. E ser quem você é, pode ser dizer um não, se distanciar de algumas pessoas, mostrar o seu valor. Assim como pode ser dizer um sim, se permitir aproximar e ser mais íntimo, perceber o valor do outro.

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Amor · Auto Conhecimento · Holístico · Iluminação · Relacionamentos · Salvação

Sobre Nossa Criança Ferida – Ana Tereza Camasmie

Nosso desenvolvimento emocional não acontece no mesmo tempo que nosso desenvolvimento intelectual. Podemos assim ser muito “adultos” quanto aos compromissos concretos de nossas vidas, mas o modo como lidamos com as adversidades pode ser muito distante, defasado, e até incoerente diante de tantos conhecimentos que já conquistamos. É como se estivéssemos estacionados em alguns pedidos lá de quando éramos crianças, e que secretamente ainda aguardássemos alguém vir supri-los. E é tão secreto, antigo, que nem percebemos mais sua presença. Ficamos tão surdos a estes pedidos, porque o tempo da vida solicita nossa ação, que já nem identificamos que nossos sofrimentos muitas vezes nascem deles.

O modo como essa carência se manifesta só se torna visível para os outros, e na nossa imensa cegueira, ficamos reativos: seja na rebeldia constante, seja na vitimação, na autossuficiência ou na indiferença. A questão é que nossa reatividade atrai a reatividade do outro, e assim, a criança de cá convida a criança do outro, e nos vemos em situações de difícil solução.

Queremos que algum adulto venha resolver o que “estamos crianças” para lidar. Por isso queremos que os entes queridos “tomem partido”, sejam juízes, que haja punição e premiação, que haja o culpado e o inocente, e assim, dissensões familiares e/ou profissionais vão tomando dimensões desproporcionais aos fatos que seriam tão simples de resolver.

Adultos acolhem, adultos administram, adultos criam estratégias de ação, adultos relevam e tem visão de alcance.

Crianças querem ser acolhidas, sentem-se rejeitadas, ficam assustadas com o tamanho dos problemas, não vêem saídas, crianças não cedem porque não querem perder, e sua visão ainda se restringe somente ao imediato. Onde Costumamos habitar quando as crises chegam?

Fixarmo-nos em comportamentos de criança é considerar que nossa alma ainda não tem força o suficiente para se apropriar da vida adulta e, portanto, nos recusamos a empunhar os movimentos necessários que a vida, e até nós mesmos, esperamos de nós. Já que não somos nós quem tem de agir, fazemos muitas cobranças veladas ou não, a respeito do comportamento dos outros. Não raro, tornamo-nos tão exigentes que o amor dos outros não consegue nos alcançar, pois só autorizamos o afeto chegar se for do jeito como desejamos. Jeito esse que não se atualizou no tempo e tomou uma forma cristalizada, detalhada e tão especifica, que adulto nenhum consegue adivinhar. É preciso nos libertar de tantas exigências…

E para tal, o primeiro passo é estancar a exigência para com os outros e refletir um pouco, sozinho.

É que estas expectativas que queríamos que tivessem sido atendidas durante a nossa infância, agora precisam da nossa atenção, do nosso olhar. É como se agora, já adultos, fortalecidos, pudéssemos olhar para nós mesmos e dizer: “antes eu não pude, mas agora eu posso ver você”, “eu estou aqui para você”, “o que você quer de mim?” o que eu posso fazer por você?”

E quando isto for possível pra nós, essa exigência tenderá a diminuir, pois este cuidado consigo mesmo traz saciedade emocional, asserena o desespero de ser visto, ouvido, atendido, e a paz no coração já pode chegar.

Autor: Ana Tereza Camasmie

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Amor · Auto Conhecimento · Carma · Relacionamentos

O mito de curar um coração partido com um novo amor.

O mito de curar um coração partido com um novo amor.

Quando um relacionamento termina, é preciso tempo para que seja acolhido no coração tudo o que viveram e aceitar a forma como terminou. Aceitar que o ciclo fechou.

Colocar um novo amor no lugar do amor ferido trará muitos problemas para si mesmo. Não conseguirá ver seu novo amor como ele realmente é, sempre buscando um pouco do  antigo relacionamento nas entrelinhas. Negação do amor que se finalizou, e com isso, impossibilidade de aceitar e receber o novo por inteiro e como ele realmente é.

A pessoa acaba vivendo um novo relacionamento presente de corpo físico, e ausente de alma, pois continua conectada com o antigo amor. O sofrimento do amor antigo permanece e envenena a alma aos poucos. Assim, como é possível ser feliz? Acabará terminando mais uma relação, e mais um amor ferido se acumulará na alma para curar.

Por isso, quando uma relação termina, é importante vivenciar o luto. O luto do que se foi, do que perdeu. Aceitar que terminou, o fim chegou. Cada pessoa é única, mas o tempo mínimo de um luto costuma ser de 3 meses. Portanto, seja paciente consigo mesmo, aceite seu coração chorar várias vezes pelo mesmo motivo, e o acolha sempre!

A pressa é inimiga da perfeição. E nesse caso, não é o tempo que cura, mas sim a aceitação da realidade e da vida como ela é. Lute para aceitar a sua realidade, para estar de corpo e alma neste momento. Espere seu coração se curar do amor que se foi, antes de ir para uma nova relação. Dói no começo, mas liberta no final!

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