Carma · Iluminação · Salvação

Por que o Planeta Terra é tão denso?

Se você é um buscador das coisas espirituais e energéticas, em algum momento já se perguntou “Por que o Planeta Terra é tão denso?“. Há momentos na vida em que olhamos ao redor e só vemos coisas ruins, a maldade no ser humano se manifesta de forma muito intensa; todos parecem interesseiros, egoístas, mesquinhos, e até mesmo sem graça.

Isto gera muita tristeza e frustração. Como se interessar por viver em um ambiente assim? Eu mesma me perguntei, várias vezes, onde eu me encaixava nisso tudo, olhava para o céu buscando saber quando seria resgatada deste mundo terrível. E então, depois de muito tempo com estas angústias, conhecendo mais sobre o ser humano, a capacidade mental e a bioenergia, comecei a perceber o que realmente estava acontecendo.

Esta era a minha visão do mundo. Esta era a minha forma de ver o planeta terra e o ser humano. Mas não é tão simples assim, pois o que eu vejo se manifesta e assim reforça o que eu acredito, se tornando uma força automática que nutre constantemente essa visão dolorosa e sombria das coisas. Além disso, os meus olhos me ditam a minha realidade, portanto o que eu vejo, por mais distorcido que seja, é real para mim.

Então o primeiro passo é reconhecer que esta é a sua visão da vida e isso pode ser transformado. Não importa o quão imerso você esteja nessa realidade dolorosa e difícil, você pode sair dela, assim como eu consegui sair. O segundo passo é exercer diariamente a auto responsabilidade. Isso significa sair do papel de vítima e se colocar na postura de um observador, analisando a si mesmo, buscando compreender o que em você ressoa e permite que tais situações ruins aconteçam. Então na próxima vez que algo ruim lhe acontecer, ao invés de ficar triste e frustrado, sentindo-se a vítima da situação; analise a si mesmo e perceba o que você pode aprender com isso, o que essa situação quer lhe mostrar.

Por exemplo, se de forma recorrente as pessoas se aproveitam de você, ao invés de se manter triste por isso, perceba que a situação está lhe pedindo para impor limites e ser mais firme.

Por exemplo, se todos ao seu redor são interesseiros, ao invés de se manter frustrado e irritado com o ser humano, perceba em você quais coisas tem feito apenas por interesse.

A vida está o tempo todo, de forma persistente e gentil, nos mostrando quem somos através dos outros. É difícil ver e aceitar a nós mesmos, por isso, nós temos a grande oportunidade de nos reconhecer através dos outros.

Hoje sou rodeada de pessoas incríveis, que realmente amam sem nenhum interesse por isto, que realmente querem o bem de todos, que acreditam na abundância do universo. E sabe o que é mais bonito? Eu me tornei uma pessoa assim também! O que é lógico, pois nós atraímos sempre mais do que emanamos, do que somos.

Neste vídeo eu abordo exatamente sobre este assunto, você pode assistir quando quiser.

Acredite, há um mundo belo, lindo, incrível, abundante, feliz, descomplicado, fácil, leve, e todas as coisas maravilhosas que você sempre quis! O melhor de tudo é que este mundo está bem aqui, diante de você, e você pode tê-lo quando sentir-se pronto! Basta abrir mão das crenças que estão te limitando e se permitir reconhecer nas coisas externas que acontecem a você.

Que a luz e o amor te guiem na sua jornada!

Com carinho,
Angélica Lemos Azambuja,
Terapeuta Holística & Taróloga.

Auto Conhecimento · Iluminação · Vida

Confiar na Vida

“Os milagres não acontecem em contradição com a natureza,
mas apenas em contradição com o que conhecemos da
natureza.” Santo Agostinho.

Confiar na vida é perceber que somos muito pequenos, uma consciência ainda limitada, e que por isso, não consegue perceber o quanto o universo é próspero e pronto a nos dar o que precisamos.

Eu falo muito para meus consultantes confiar na vida, pois a maioria das tensões, ansiedades e stress é por perceberem que não tem o controle da situação e não conseguir confiar na força maior.

Bem, você não escolheu onde e como nascer, assim como não pode escolher onde e como morrer naturalmente. Nesse princípio, a própria vida é grande de mais para caber em nossas pequenas mãos. Confiar na força maior que te sustentou até aqui, é uma necessidade.

Então confie e entregue, acredite nos milagres, pois o universo é muito maior do que conseguimos mensurar.

Com carinho,
Angélica Lemos Azambuja
Terapeuta Holística & Taróloga

Amor · Auto Conhecimento · Relacionamentos

A verdadeira compaixão.

Acreditamos que compaixão é se colocar no lugar do outro. Mas isso não é realmente possível. Se eu me colocar no lugar do outro, estarei excluindo tudo o que o outro viveu para chegar até aquele momento, e adicionando tudo o que eu vivi para estar naquele momento. Isto é bem injusto.

A verdadeira compaixão é perceber que o outro deu o seu melhor com base em tudo o que ele viveu para chegar até ali. Se você poderia ter feito melhor, ou se você não saberia o que fazer naquela situação, isto é particular de cada um. E todos, sempre, dão o seu melhor com base no que tem para oferecer.

Por isto todo julgamento e crítica é inválido e diz somente a respeito de quem o faz. “Se fosse eu no seu lugar…”, e você invalidou toda a história que aquela pessoa viveu.

Ao exercer a compaixão, veja no outro o destino, a vida, toda a jornada que ele viveu e você desconhece, todo o peso que os ancestrais exercem sobre aquela pessoa. Reconheça que naquele momento, com aquelas circunstâncias, ele deu o seu melhor. E se você poderia ter feito melhor ou não, isso diz respeito somente a você.

Com este olhar, julgamentos e críticas não tem espaço, não há certos e errados, vítimas e algozes. Todos deram o seu melhor. E você pode verdadeiramente ter compaixão do próximo.

Com carinho,
Angélica Lemos Azambuja,
Terapeuta Holística & Taróloga.

Amor · Auto Conhecimento · Relacionamentos

Relacionamentos. Hoje eu me permito.

Antigamente eu era muito insegura nas relações, meu maior medo era a outra pessoa não estar tão disponível quanto eu estava e principalmente, me trair. E nesse caso, traição seria desvalorizar toda a confiança que depositei nela… O que também é chamado de falsidade.

Obviamente que neste estado não era possível me relacionar verdadeiramente.

Hoje minha visão é diferente. Entendo que todos dão o seu melhor, sempre. E mesmo quando alguém faz algo que me fere, esta pessoa está dando o seu melhor. Além disso, o que o outro faz diz respeito a ele mesmo, e não sobre mim. Portanto, se eu me abrir para uma pessoa e ela usar isto negativamente de alguma forma, este foi o melhor que ela pôde dar naquele momento, e diz somente respeito a própria pessoa. Aí entra também a questão da compaixão.

Obviamente não prosseguirei a relação da mesma forma.

O essencial, que me libertou e fez eu me permitir relacionar verdadeiramente, foi entender que nada é pessoal. Mesmo quando a pessoa deseja “se vingar de mim”, esse desejo de vingança existe primordialmente para buscar o equilíbrio da própria pessoa. Nada, nunca, é realmente pessoal sobre a minha pessoa. Eu não fico mais ofendida e não levo para o lado pessoal, por mais que o outro ache que é algo exclusivamente pessoal comigo. A única coisa realmente pessoal que temos, é com nós mesmos.

Por isso hoje eu me permito verdadeiramente relacionar com as pessoas. Me permito dar o meu melhor abraço, mesmo correndo o risco de receber um não ou um abraço seco. E continuo, sempre, lembrando que todos dão o seu melhor e nada é “pessoal”. Se o outro não quis me abraçar, são questões dele que eu nunca conseguirei entender, apenas preciso acolher e respeitar. Mas eu não preciso aprisionar quem eu realmente sou, pelo medo de ser rejeitada. Pois não rejeitam a mim. Rejeitam a si mesmos. Quando alguém me nega um abraço, essa pessoa nega a si mesma a se permitir abraçar.

Reflita sobre isso e quem sabe, se permita ser quem você realmente É. E ser quem você é, pode ser dizer um não, se distanciar de algumas pessoas, mostrar o seu valor. Assim como pode ser dizer um sim, se permitir aproximar e ser mais íntimo, perceber o valor do outro.

Com carinho,
Angélica Lemos Azambuja,
Terapeuta Holística & Taróloga.
Amor · Auto Conhecimento · Holístico · Iluminação · Relacionamentos · Salvação

Sobre Nossa Criança Ferida – Ana Tereza Camasmie

Nosso desenvolvimento emocional não acontece no mesmo tempo que nosso desenvolvimento intelectual. Podemos assim ser muito “adultos” quanto aos compromissos concretos de nossas vidas, mas o modo como lidamos com as adversidades pode ser muito distante, defasado, e até incoerente diante de tantos conhecimentos que já conquistamos. É como se estivéssemos estacionados em alguns pedidos lá de quando éramos crianças, e que secretamente ainda aguardássemos alguém vir supri-los. E é tão secreto, antigo, que nem percebemos mais sua presença. Ficamos tão surdos a estes pedidos, porque o tempo da vida solicita nossa ação, que já nem identificamos que nossos sofrimentos muitas vezes nascem deles.

O modo como essa carência se manifesta só se torna visível para os outros, e na nossa imensa cegueira, ficamos reativos: seja na rebeldia constante, seja na vitimação, na autossuficiência ou na indiferença. A questão é que nossa reatividade atrai a reatividade do outro, e assim, a criança de cá convida a criança do outro, e nos vemos em situações de difícil solução.

Queremos que algum adulto venha resolver o que “estamos crianças” para lidar. Por isso queremos que os entes queridos “tomem partido”, sejam juízes, que haja punição e premiação, que haja o culpado e o inocente, e assim, dissensões familiares e/ou profissionais vão tomando dimensões desproporcionais aos fatos que seriam tão simples de resolver.

Adultos acolhem, adultos administram, adultos criam estratégias de ação, adultos relevam e tem visão de alcance.

Crianças querem ser acolhidas, sentem-se rejeitadas, ficam assustadas com o tamanho dos problemas, não vêem saídas, crianças não cedem porque não querem perder, e sua visão ainda se restringe somente ao imediato. Onde Costumamos habitar quando as crises chegam?

Fixarmo-nos em comportamentos de criança é considerar que nossa alma ainda não tem força o suficiente para se apropriar da vida adulta e, portanto, nos recusamos a empunhar os movimentos necessários que a vida, e até nós mesmos, esperamos de nós. Já que não somos nós quem tem de agir, fazemos muitas cobranças veladas ou não, a respeito do comportamento dos outros. Não raro, tornamo-nos tão exigentes que o amor dos outros não consegue nos alcançar, pois só autorizamos o afeto chegar se for do jeito como desejamos. Jeito esse que não se atualizou no tempo e tomou uma forma cristalizada, detalhada e tão especifica, que adulto nenhum consegue adivinhar. É preciso nos libertar de tantas exigências…

E para tal, o primeiro passo é estancar a exigência para com os outros e refletir um pouco, sozinho.

É que estas expectativas que queríamos que tivessem sido atendidas durante a nossa infância, agora precisam da nossa atenção, do nosso olhar. É como se agora, já adultos, fortalecidos, pudéssemos olhar para nós mesmos e dizer: “antes eu não pude, mas agora eu posso ver você”, “eu estou aqui para você”, “o que você quer de mim?” o que eu posso fazer por você?”

E quando isto for possível pra nós, essa exigência tenderá a diminuir, pois este cuidado consigo mesmo traz saciedade emocional, asserena o desespero de ser visto, ouvido, atendido, e a paz no coração já pode chegar.

Autor: Ana Tereza Camasmie

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Compartilho, com carinho,
Angélica Lemos Azambuja,
Terapeuta Holística & Taróloga.

Amor · Auto Conhecimento · Carma · Relacionamentos

O mito de curar um coração partido com um novo amor.

O mito de curar um coração partido com um novo amor.

Quando um relacionamento termina, é preciso tempo para que seja acolhido no coração tudo o que viveram e aceitar a forma como terminou. Aceitar que o ciclo fechou.

Colocar um novo amor no lugar do amor ferido trará muitos problemas para si mesmo. Não conseguirá ver seu novo amor como ele realmente é, sempre buscando um pouco do  antigo relacionamento nas entrelinhas. Negação do amor que se finalizou, e com isso, impossibilidade de aceitar e receber o novo por inteiro e como ele realmente é.

A pessoa acaba vivendo um novo relacionamento presente de corpo físico, e ausente de alma, pois continua conectada com o antigo amor. O sofrimento do amor antigo permanece e envenena a alma aos poucos. Assim, como é possível ser feliz? Acabará terminando mais uma relação, e mais um amor ferido se acumulará na alma para curar.

Por isso, quando uma relação termina, é importante vivenciar o luto. O luto do que se foi, do que perdeu. Aceitar que terminou, o fim chegou. Cada pessoa é única, mas o tempo mínimo de um luto costuma ser de 3 meses. Portanto, seja paciente consigo mesmo, aceite seu coração chorar várias vezes pelo mesmo motivo, e o acolha sempre!

A pressa é inimiga da perfeição. E nesse caso, não é o tempo que cura, mas sim a aceitação da realidade e da vida como ela é. Lute para aceitar a sua realidade, para estar de corpo e alma neste momento. Espere seu coração se curar do amor que se foi, antes de ir para uma nova relação. Dói no começo, mas liberta no final!

Com carinho,
Angélica Lemos Azambuja,
Terapeuta Holística & Taróloga.